O prato, depois de preparado, ficou tão “gourmet” que merecia uma foto:
Já agora… foi coxa de peru com ervilhas e cenouras bebés. Foi.
E então descubro que tenho sede, mas não tenho sede de água. Tenho sede de rede.
O prato, depois de preparado, ficou tão “gourmet” que merecia uma foto:
Já agora… foi coxa de peru com ervilhas e cenouras bebés. Foi.
Hoje foi aprovada pela Assembleia da República a elevação de Senhora da Hora a cidade. A vila da Senhora da Hora, freguesia do Conselho de Matosinhos, alcança, assim, o estatuto de cidade já há muito desejado e merecido. Com cerca de 33.000 habitantes e 20.000 eleitores, a vila possuía ainda os equipamentos colectivos mais do que necessários para a sua elevação a cidade.
Público: Portugal tem cinco novas cidades e 22 vilas
Jornal de Notícias: Conheça as novas cidades de Portugal
Agora, somos SENHORENSES!
Não ligo nada à futebol, por isso, minha opinião é tendenciosa e inútil, visto que faço parte de uma pequena minoria. De qualquer forma, acho importante expressar uma opinião sobre o que já virou polémica até mesmo entre os amantes do futebol: o valor elevado da transferência de Cristiano Ronaldo (CR) para o Real Madrid (RM).
Os pilares de uma carreira bem sucedida: esforço, dedicação, motivação, comunicação e claro, gostar do que se faz. Isto aplica-se a tudo, inclusive ao futebol. Facto: CR tem uma carreira bem sucedida e acredito ter todos os pontos acima muito bem trabalhados. Facto: O RM tem orçamento para investir no que acredita ser um retorno garantido, seja pela prestação futebolística de CR ou pelo marketing envolvido. Então porque a polémica? Desde sempre temos como adquirido que o desenvolvimento dos cinco pontos referidos acima são proporcionais ao que se ganha. Mas não é só. Existe um sexto componente que dita uma sobrevalorização dos anteriores: nós.
Nós ditamos parte deste sucesso. Nós, os consumidores, somos os que aquecem os Media com as suposições, factos e histórias naturais ao sucesso de uma carreira futebolística. Somos os responsáveis pela sobrevalorização no mundo mediático. Somos os bastidores, aqueles que suportam os custos para que todo este processo ocorra e evolua. Sendo assim, e para uma melhor democratização e distribuição de riqueza (lá estou eu a ser utópico), não seria bom que reflectíssemos porque gostamos tanto das mesmas coisas que o nosso vizinho?
A identidade é nata, a acção deve ser reflectida, mas o coração e a mente manda-nos seguir pelos caminhos que respondam aos nossos anseios de PERTENÇA. Afinal somos todos humanos! Mas isto já é outra história…
Estou em reflexão, não exactamente as costumeiras pré-eleitorais, que exigem não se falar sobre a opção de voto, qual quarta-feira de cinzas ao contrário. É ao contrário que faço a minha reflexão sobre o não ir votar, ao fazer um anti-voto ao silêncio da cidadania, em resgate do direito conquistado ao longo da história sócio-política da democracia. Neste contexto, amanhã acordo cedo e vou votar, pensando naqueles que lutaram por este direito e negando a inércia que, apesar de descontente, prefere a abstenção à possibilidade de mudança.
Há dias assim. Em que pensamos pela manhã, a caminho do trabalho, nos nossos filhos, imaginando-os a brincar no infantário, no dia mundial da Criança, e sorrimos. Chega a hora do almoço, vamos ao restaurante da esquina e vemos o noticiário sobre o acidente do Airbus A330-200 da Air France, e entristecemos. Há dias assim, dias sim e não, dias de vida e morte. Que a vida prevaleça na esperança de uma nova manhã.
Esta canção transmite-me tanta nostalgia, que me leva a reflectir o que são raízes. Enquanto brasileiro nato e português de escolha, a cultura de um povo parece-me mais afectiva que biológica. Enquanto alguns apregoam que a biologia deve prevalecer sobre a afectividade, prefiro ressaltar o quanto esta última é importante, através do simples sentimento de gostar nostalgicamente de uma canção que não vivi (vim para Portugal em 1994 e Anzol nasceu pelos Rádio Macau em 1987, no álbum O Elevador da Glória):
Carole King wrote Will You Love Me Tommorrow with Gerry Goffin on 1960 and she sang it herself only on 1971’s album Tapestry, one of my favorite albuns. This version is a live one from Carole King:
On his 1993’s album Taxi, Bryan Ferry covered this song. The following version is also live by Bryan Ferry:
desenho feito por Quino
Por vezes parecemos esperar em vão pelo comboio da vida, mas esquecemos que ter esperança é renovar cada possível viagem deste comboio.
Reflexões sobre o post de ontem de e.r g. . t.o r.k. . .
A Fundação Serralves está duplamente de parabéns. 20 anos da Fundação e 10 anos do Museu de Arte Contemporânea!
Je suis là, perdu au milieux de quelque chose. Le blanc et le noir sont là aussi, j’écoute la musique, triste et belle, comme une plume sur la mer du feu. Le piano dit à moi que la chose la plus triste ce n'est pas soufrir, mais n'avoir pas de la chance à sentir.
L’homenage possible à la grandiosité de la musique d’Yann Tiersen au film Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain.
A festa começou! O programa já está disponível no site da câmara de Matosinhos.
Quiosques de peruanos, indianos e portugueses com produtos chineses. Farturas, pipocas, cachorros, algodão doce. Música pimba, carrosséis com canções distorcidas e aos berros. E crianças, muitas crianças, a sorrir e a acenar radiantes para os pais igualmente felizes.
De tão simples palavra, nasce o mundo. Tua força cria cidades, tua coragem alimenta esperanças, tua experiência ensina os sábios, teu amor embala os líderes. E equilibras força, coragem, experiência e amor com toda a simplicidade, porque não precisas demonstrar o que fazes, apenas fazes. Por isso, hoje não é teu dia, são todos, este e os outros, quando és simplesmente mãe.
Lisboa revisitada - impressões registadas sob o olhar de quem já viveu por esta terra banhada pelo mar e pelo Tejo:
Terra de contrastes - a imponência do prédio e o olhar do mendigo
Terra de contrastes – a modernidade em rede com o antigo
Arquitectura que chama um olhar simétrico
Simetria contígua
A urbanidade do Terreiro do Paço
O triunfo em forma de arco
Sob o portal da Rua Augusta
E depois de atravessá-lo, a caminho do Rossio
Fonte no Rossio (Praça D. Pedro IV)
Teatro D. Maria II
Convento do Carmo visto do Rossio
Armazéns do Chiado, memória do fogo e tradição comercial
Descontracção e tradição no Café A Brasileira
Lisboa e o Tejo vistos do miradouro do elevador de Santa Justa
Lisboa e o Castelo de S. Jorge vistos do mesmo miradouro
Detalhe da porta do elevador de Santa Justa
A arte nos azulejos
Ruínas do Convento do Carmo, memórias do terramoto de 1755
Detalhe do palácio nacional de Belém
Mosteiro dos Jerónimos
Entrada do Centro Cultural de Belém
Doca de Belém, a ponte 25 de Abril e o Cristo Rei (Almada) ao fundo
Alma portuguesa, Torre de Belém
Ao fundo, o mar e o Tejo encontram-se e a terra principia
Uma nova visita à Braga trouxe-me outros pontos de vista:
E ao cimo da escada, o comboio urbano de volta para o Porto.
A caminho de Leça da Palmeira, a nova ponte móvel sobre o porto de Leixões. A barreira e o semáfaro não impedem que meu olhar a acompanhe em direcção ao céu.
Azulejos do Porto
Mindelo de Cabo Verde, Mindelo de Vila do Conde, Mindelo do Porto. Mindelo canta comigo o dia em que vi Portugal, o dia em que nasci nesta lusofonia, na emigração que leva o canto e espera o cais, no porto da língua, no Porto do Norte. Passei por Gaia, Maia e Matosinhos. Rodei-te Porto, fiz-te de ponte, de passagem, de rima. Admiro-te e canto-te com a língua em outras terras, porque da tua voz saem caminhos para a palavra, como Mindelo pode ser uma freguesia de Vila do Conde, uma cidade da ilha de São Vicente, um desembarque que tomou a ti e que fez-se na Praia da Memória. Levo-te as águas desta palavra, que escutei na limpidez da voz dos Madredeus, li no curso, na geografia e na história das terras de Portugal, e que escrevi no leito deste Portus Cale virtual.
Há dias publiquei um post sobre a praia do Bar Azul, agora revelo um segredo sobre este papel digital chamado blog…
Há coisa melhor do que ver duas crianças a correr na areia da praia?